MUDANÇAS CLIMÁTICAS


mudancasclimaticasHoje participei na empresa de um workshop para jornalistas, promovido pela Agência de Notícias dos Direitos da Criança (Andi) sobre mídia e mudanças climáticas. Contamos com a participação do diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão, e da primeira secretária de Assuntos Climáticos da Embaixada da Dinamarca, Tine Uldahl Lund.

Entre os temas que foram debatidos estavam o papel da imprensa na cobertura do tema e também as possíveis decisões que devem ser tomadas no COP 15, que vai acontecer em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro.

A questão de debater este assunto é muito complexa, pois envolve teorias e pensamentos que muitas vezes são divergentes. Ano passado aqui no blog eu trouxe a visão do professor Luiz Carlos Molion, que destacou que esta discussão sobre aquecimento global é uma histeria pública.

Mas até que ponto a verdade está de um lado e de outro? O certo é que existem muitos compromissos com o meio ambiente que não são cumpridos pelos governantes, em escala maior, e pela própria sociedade, em escala menor. Se fala em sustentabilidade, mas é preciso traduzir o que isso significa para uma linguagem que qualquer um possa entender para fazer sua parte.

O nosso papel, enquanto jornalistas, é informar sobre o tema de forma a que as pessoas possam traduzir a leitura dos casos e formar uma opinião sobre as mudanças climáticas. Mas o sinal de alerta está ligado e é preciso começar de um ponto para que não seja tarde demais. E esse ponto começa nos pequenos atos do dia a dia.

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