A CAMINHO DE TÓQUIO 10 – GINZA


Depois do descanso, o quinto dia começa no bairro Ginza.

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Quando Ieyasu mudou sua capital militar para Edo, em 1590, Ginza (Lugar de prata) era um pântano. Urbanizada, a área atraiu comerciantes e mercadores. Em 1872 um incêndio destruiu tudo e, com a Restauração Meiji, o governo ordenou ao arquiteto inglês Thomas Waters que reconstruísse a área.

A partir daí Ginza se tornou foco de influências ocidentais e de tudo que fosse moderno. Lojas que vendem artesanato tradicional convivem com galerias, lojas de departamento e o ultramoderno Salão de Amostras da Sony.

Destaques

Namiki-dori e Chuo-dori: são as chamadas ruas de grife, com lojas como Gucci, Dior, Louis Vuitton e Cartier.

Cruzamento Ginza Yon-chome: um dos mais movimentados do mundo, o principal do bairro.

Loja de Departamentos Wako: ponto de referência construído originalmente em 1864. O relógio da torre é um símbolo popular de Ginza e as vitrines estão sempre cheias de atrações.

Salão de Amostras da Sony: os mais recentes aparelhos de alta tecnologia eletrônica da Sony estão em exposição em vários andares.

Edifício Gallery Center: no segundo andar do prédio estão galerias de arte japonesa e ocidental. No sexto andar localiza-se o salão de arte Youko, com obras de artistas que trabalham com diferentes meios de expressão artística.

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